Depois de Waladin ter deixado o mundo á sorte de elfos e homens, uma pequena cidade no centro do continente de Hondur passou a crescer. Hadrika florecia com seu comércio agitado com todo tipo de iguarias de todos os cantos do continente. Foi berço de uma forte moeda que unificou todos os povos. Sua lingua era falada por toda Magradur e seus sistemas métricos, forjados das necessidades dinâmicas de um comércio impaciente, trouxeram enorme avanço no entendimento sobre as forças da natureza.
Em sua aurora próspera, Harika não possuía um governate. As pessoas se organizavam organicamente. Bairros elegiam seus líderes que os representariam em uma assembléia para tratar os assuntos mais complicados. Até mesmo a justiça e a lei eram aplicadas de maneira orgânica e descentralizada.
Dizem que essa condição política favorável só foi possível grassas ao tratado de Ziexas (um acordo entre humanos e elfos) que aconteceu nessa região décadas atrás.
terça-feira, 14 de agosto de 2018
Tom
Há um homem chamado Tom. Seu nome, curto e único, só não é mais curioso que sua trajetória de vida.
Muitos acham que Tom não existem, muitos acham que Tom é imortal, mas quem sabe de suas histórias sabe que ele é um bardo. Um contador de histórias.
Tom não conta suas próprias histórias e, talvez, por isso ele seja mais misterioso que as lendas nas letras de suas músicas. Alguns grupos de aventureiros juram um dia terem sido ajudados por Tom, mas isso não quer dizer que tenha sido o próprio Tom das lendas.
Muitos acham que Tom não existem, muitos acham que Tom é imortal, mas quem sabe de suas histórias sabe que ele é um bardo. Um contador de histórias.
Tom não conta suas próprias histórias e, talvez, por isso ele seja mais misterioso que as lendas nas letras de suas músicas. Alguns grupos de aventureiros juram um dia terem sido ajudados por Tom, mas isso não quer dizer que tenha sido o próprio Tom das lendas.
Assinar:
Comentários (Atom)